"quando eu sofria eu era mais feliz"
me disse seu zé do deserto.
e de lá, percebia o desejo do broto
no olho da janela,
e o broto se desnudava fora
de um ciclo de sofreguidão,
e desbundava,
em matéria de tempo,
a composição coral
do estado em cada ritmo
em cada pétala, em cada vento,
sem floreios para me mentir,
brotejamento de amor
em terrenos baldios.

Comentários

Mariana Kaufman disse…
eu sofria mais quando era feliz
agora nem sou feliz e nem sofro
andar sem subir as pernas
olhar sem fazer esforço...

tedio?
me convide a paris!

saudade! : )

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