quero me desenhar
em palavras-folhas
umas no chão pisadas
sobrepostas
umedecidas
pela terra-quente-que-molha-frio
um corpo vivendo
as historias que só
correm aqui neste afluente
influente,
veredas invsíveis?
os sentimentos conhecem
os desejos que sabem um pouco
dos limites dos movimentos
que sabem muito sobre
o espaço-tempo....
as folhas caem
monotonias-cadentes.
já emprestei
meu contorno,
meus adornos,
minhas periferias....
posso emprestar meu rio,
minha estrada,
meus cruzamentos....
meu desenho
não me mapeia.
meu relevo é sempre visto de cima.
o que vem de baixo?
quero me desenhar
em folhas-verbos,
uma valsa de
chuva verde num fundo azul
e todos cantam por um.
em palavras-folhas
umas no chão pisadas
sobrepostas
umedecidas
pela terra-quente-que-molha-frio
um corpo vivendo
as historias que só
correm aqui neste afluente
influente,
veredas invsíveis?
os sentimentos conhecem
os desejos que sabem um pouco
dos limites dos movimentos
que sabem muito sobre
o espaço-tempo....
as folhas caem
monotonias-cadentes.
já emprestei
meu contorno,
meus adornos,
minhas periferias....
posso emprestar meu rio,
minha estrada,
meus cruzamentos....
meu desenho
não me mapeia.
meu relevo é sempre visto de cima.
o que vem de baixo?
quero me desenhar
em folhas-verbos,
uma valsa de
chuva verde num fundo azul
e todos cantam por um.
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